23 de novembro de 2009

Esclarecendo…

Apesar de eu ter passado em Medicina (e não só na Fuvest, mas na Unicamp e na Unesp também) a resposta é “não”. Eu não me formei em medicina e muito menos sou médico. Bem longe disso…

E a a resposta também é “não”. Eu não desisti de ser médico…

60 pontos

Hoje fiz o vestibular da FUVEST. Concorro à uma vaga no curso de Ciências Biológicas na USP. Meu último vestibular foi em 1994 quando fiz 118 pontos (em um máximo de 160) e fui aprovado no vestibular para medicina.

As coisas mudaram um pouquinho nestes 15 anos. Naquela época, fiz Anglo (Extensivo manhã) financiado em grande parte pelo meu pai (apesar da bolsa de 50%). Só estudava e não precisava pagar contas nem trabalhar. Vivia para estudar.

Desta vez, sem muitos recursos, não pude fazer um cursinho. Consegui as apostilas do Anglo mais recentes comprando-as em um sebo no centro da cidade. Outras, eu consegui emprestadas. Também peguei alguns livros didáticos atuais emprestados na escola em que trabalho. E a internet foi uma grande ajuda. Consegui aulas em vídeo de vestibulares (Vestibulando Digital e similares) e muitas provas simuladas.

Não pude apenas viver para estudar pois tenho contas (e muitas para pagar). Hoje, trabalho como secretário de escola e isso me toma boa parte do tempo. Desaprendi muito sobre organização e método e esqueci muita coisa.

Tenho que confessar que eu me preparei a “toque de caixa”. Seria vergonhoso fazer um vestibular assim nas condições de 1994.

Mas hoje fiz 60 pontos em 90 possíveis (é… a FUVEST mudou um pouquinho nos últimos 15 anos). Não é um resultado tão ruim. A nota de corte no ano passado foi exatamente 60 pontos. O que significa que posso não ter passado.

E também significa que posso ter sim, ingressado na 2ª fase da FUVEST.

Talvez, no dia 12 (data da divulgação dos aprovados) eu não tenha motivos para comemorar. Vou me preparar para a segunda fase mesmo sem saber o resultado ainda. Mas posso ficar feliz.

Afinal, hoje eu fui lá e fiz a prova não como um mero participante, mas como um candidato em igualdade de condições a outros tantos que buscam uma vaga na USP.

Eu ainda estou na disputa. E eu não vou desistir.

19 de novembro de 2009

Fuvest chegou

É no domingo… e lá estarei eu.

Uniban x Geisy x Opinião Pública

O assunto é realmente controverso. Alguns veículos de mídia criaram a idéia de que foi ferida a liberdade de uma pessoa. A faculdade agiu pensando nas conseqüências financeiras. E a garota está se aproveitando do momento de fama.

A faculdade está errada em punir a aluna sim. A aluna está errada em ir à faculdade utilizando um traje como aquele. E a opinião pública está criando a falsa idéia de que a garota não está querendo se promover com todo este rebuliço.

Francamente… exigir perimetro de segurança… quer se mostrar? Faça um ensaio nu, tente a carreira de modelo fotográfico.

Sem falsos moralismos e sem falsas liberdades.

10 de novembro de 2009

5 minutos de fama

A situação: uma estudante vai a faculdade com um vestido exageradamente curto. Resolve desfilar pela universidade com o traje quase sumário e arruma confusão por conta disso. Dá e recebe xingamentos e comporta-se de modo descabido em um ambiente que deveria ser um pouco (para ser delicado) organizado.

Depois, a universidade resolve expulsar a aluna por conta de sua atitude no dia do problema. Em minha opinião, um exagero.

Mas, exagero maior cometeu a aluna, que requereu um perímetro de segurança de 2 km ao redor da universidade e abono de suas faltas. Como bem definiu o vice-reitor da instituição, não se trata de uma pop star. É um absurdo tal tipo de exigência.

No final, a estudante conseguiu o que queria: aparecer.

Ganhou 5 minutos de fama. E de quebra, ganhou fama de vadia.

9 de novembro de 2009

Histórias de vida

Ontem estive em um aniversário. Como sempre, o tradicional de uma festa: música, comida, bebida, convidados, crianças correndo, crianças pulando, crianças gritando. Enfim… uma típica festa de aniversário.

Bom, lá pelas tantas, rodaram um vídeo homenageando a aniversariante. Fotos e vídeos de sua história de vida. Lugares pelos quais passou, momentos marcantes, vitórias, conquistas, viagens. Algo legal para se lembrar.

Então pensei como faria se eu estivesse no papel de aniversariante. Lembrei-me das coisas boas e ruins. Lembrei-me dos acertos e dos erros. Lembrei-me de tanta coisa de que sinto falta. Lembrei-me de tanta coisa que não fiz no momento certo.

E então concluí que assim é a vida. Nem sempre tudo o que planejamos acontece. Nem sempre tudo o que desejamos se realiza. E nossa vida se constrói dia a dia.

Tudo o que posso dizer é que se fosse fazer um vídeo como esses, eu contaria não só as coisas boas, mas as ruins também. Afinal, é a soma de todas elas que fizeram chegar onde estou.

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