31 de dezembro de 2009

Preparativos para o Ano novo

Em mais alguns minutos desligarei o computador, tomarei um banho e irei até a casa da minha noiva passar a virada do ano por lá. Comerei lentilha, brindarei com espumante e torcerei por mais um ano em minha vida.

Um ano em que eu espero concluir algumas etapas. Espero finalmente me casar. Espero entrar na faculdade mais uma vez. Espero emagrecer. Espero pagar minhas contas.

Espero tanta coisa.

Este ano não foi um ano ruim. Afinal, eu estabeleci algumas metas e as cumpri. Agora preciso cumprir minhas novas metas.

De qualquer forma, hoje é dia para não pensar em problemas ou soluções, mas agradecer por estar aqui mais uma vez com a oportunidade de refazer meu caminho e desta vez, acertar.

Feliz ano novo. De coração, espero que alguém tenha a paciência de ler meu blog e que goste do que é escrito aqui.

Até 2010.

29 de dezembro de 2009

Resoluções de Ano Novo…

Muita gente promete uma série de coisas na virada do ano: parar de fumar, beber menos, emagrecer, exercitar-se, entrar na faculdade, voltar para a faculdade, terminar a faculdade, encontrar um grande amor… ufa… tanta coisa.

Acho que não sou diferente das outras pessoas. Quero algumas coisas para o ano que vem e pretendo cumprir algumas metas. Quero registrar no blog porque será uma maneira de cobrar e avaliar o ano de 2010 quando 2011 chegar.

Então, vamos lá. Estas são algumas que pretendo realizar:

  • Entrar na faculdade de biologia na USP: estou a caminho. Ainda falta a segunda fase. Espero que tudo dê certo
  • Emagrecer… para casar, pela saúde, por mim, pela Ana Paula
  • Economias: controlar melhor as contas, planejar melhor os gastos e formar uma poupança. Se possível, entrar em 2011 sem nenhuma dívida “fútil”.
  • Terminar a construção da casa e casar…

Se eu vier a me lembrar de mais alguma coisa, postarei ainda este ano.

E lembrem-se, vou fazer o balanço geral no final do ano que vem…

Recesso de fim de ano…

Esse período entre o Natal e a virada do ano é algo realmente estranho. Você fica em um “compasso de espera”. Nada acontece… o comércio é morno. Ninguém vai a lugar nenhum. Você quer esperar a virada do ano para as grandes resoluções, enfim… um recesso total.

Sim… estou em um marasmo incrível. A única coisa que me ajuda são os estudos para a 2ª fase da Fuvest.

24 de dezembro de 2009

Natal…

Quando era pequeno eu passava o Natal na pacata cidade de Mogi-Mirim. Ali moravam os pais da minha mãe. Não havia uma celebração tradicional com ceia, troca de presentes e coisas do tipo. O Natal para mim era apenas mais um final de semana prolongado onde meu pai comprava um ou mais presentes que eu escolhia previamente.

Depois de um tempo, meus avós vieram para São Paulo e por muitos anos não havia a comemoração típica de Natal. Em 1990 eu fui convidado a passar a noite de Natal na casa de uma ex-namorada mas eu sequer conhecia a família dela direito (sabe como são esses namoros do tempo do colégio? Pois é…).

Já o Natal de 1995 foi marcante porque foi o primeiro Natal que agradeci por um presente: a saúde de minha mãe. Naquele ano, passei a noite de Natal no hospital onde ela se recuperava de uma grande cirurgia.

Os Natais seguintes foram confusos. Muitas vezes fiquei em Campinas sozinho. Em uma destas noites solitárias fui surpreendido pelos meus pais que foram até me buscar pois não achavam justo eu passar o Natal sozinho. Para variar, não houve festa de Natal. Mas foi a primeira vez que vi meu pai pensando nesta data como algo especial para a família.

Em 2004, um momento ruim. Naquele ano eu teria meu primeiro Natal com a Ana Paula. Mas uma discussão de última hora (bem de última hora mesmo) fez com que ficássemos longe um do outro. E isso quase custo nosso romance…

Desde então tenho passado meus Natais ao lado de minha noiva e sua família. Uma noite com ceia de Natal, troca de presentes e uma celebração para a família.

E porque estou escrevendo tudo isso? Oras… é Natal. Por que eu iria escrever algo crítico? Quero aproveitar meu Natal ao lado de minha futura mulher. Apenas isso.

Feliz Natal à todos.

18 de dezembro de 2009

Medicina aos 60 anos…

Passou no “Globo Repórter”. Uma mulher aos 60 anos de idade vai para a faculdade de medicina. Nada mau. Será médica aos 65…

Na reportagem, ela explicou que chamaram ela de maluca quando decidiu-se por estudar medicina em uma idade tão avançada…

Bom… pelo menos não sou o único maluco neste mundo. E olha que eu estou somente com 35 anos.

A força de uma ameaça

Imagine o seguinte: você acaba de sair do seu trabalho e vai até o estacionamento pegar seu carro. O carro está lá, sem nenhum arranhão. O problema é que justamente na entrada do estacionamento há um carro parado bloqueando sua saída.

Você se pergunta o que pode ser feito… olha para os lados, procura pelo motorista descuidado, começa a articular o pedido para retirar o carro educamente, mas nada do dono aparecer.

Aí, depois de algum tempo, surge uma viatura policial. A viatura para para verificar o que está acontecendo. Você explica rapidamente e eles resolvem autuar o cidadão imprudente.

Milagrosamente surge o motorista. Estava no estabelecimento em frente a escola, numa espécie de festa, comemoração, enfim…

Os argumentos do motorista de nada adiantam. Ele é multado. O cidadão então se vira para você e solta a seguinte frase: “Obrigado, hein?”. E em seguida: “Obrigado por avisar. Mas pode deixar, você não perde por esperar…”

Bom, isto aconteceu comigo hoje… e agora fico me perguntando o que não vou perder por esperar…

Complicado isso… você tenta seguir as regras da sociedade e aí alguém que se julga melhor do que você e acima das leis resolve ameaçá-lo. O problema não está na ameaça em si, mas no que está por vir: o desconhecido. Você não sabe se ele vai puxar um pedaço de pau ou uma arma. Não sabe se ele jogará uma pedra ou mandará alguns amigos para te dar uma surra.

Sou grande e acho que me garanto numa briga. Mas em igualdade de condições. Contra uma arma ou então contra um grupo de pessoas, fica um pouco mais difícil. Medo? Não… não se trata disso. Mas é que ao pensar bem, concluo que tenho muito mais a perder do que o cara…

E aí você percebe o quão forte pode ser a ameaça vinda de uma pessoa que você nunca viu em sua vida…

17 de dezembro de 2009

Um dia de palmeirense


Em uma daquelas faxinas “programadas” achei uma foto que me fez lembrar de um momento bem engraçado na minha vida. O ano era 1993 e eu estava no cursinho.

Naquele ano, o Palmeiras havia montado um grande time e Luxemburgo mostrava ser um técnico brilhante.

O problema é que sou corinthiano…

Na ocasião os dois times chegaram a final do Campeonato Paulista. O Palmeiras estava em uma longa espera (se não me engano, 16 anos sem títulos). E para ajudar, o Corinthians vencera a primeira partida da decisão por 1 x 0. Com direito a uma performance do Viola imitando um porquinho chafurdando (existe esta palavra?) na lama.

Obviamente estávamos muito… muito confiantes mesmo.

Claro que eu e outros corinthianos da sala tiramos um grande sarro dos palmeirenses. Mas, em algum momento, um de nossos colegas resolveu apostar comigo que o Palmeiras não só venceria o Corinthians no segundo jogo, como daria um espetáculo.

Os termos da aposta: se o Corinthians fosse campeão, eu ganharia uma camisa oficial do Corinthians. Se perdesse por mais de três gols, eu deveria passar o dia inteiro usando a camisa do palmeiras. Mas não qualquer camisa. A camisa que esse colega (que o tempo fez com que eu esquecesse o nome) assistiria o jogo.

Pra lá de confiante, aceitei a aposta. Com direito ao professor de matemática (no caso, o Glenn) como testemunha da aposta.

E então o jogo aconteceu…

Bom, o Palmeiras não só venceu como goleou o Corinthians por sonoros 4 x 0. Jogou e (devo reconhecer) deu um espetáculo e tanto de futebol.

Na segunda-feira, ao chegar no Anglo, a camisa já estava sobre minha cadeira. Para ajudar, a primeira aula do dia era do Glenn que ao entrar na sala lembrou que no país dele (ele é holandês) as pessoas costumam honrar suas apostas.

Oras bolas… aposta é aposta! Mas como aquela camisa fedia… meu Deus!

A foto que ilustra o post é o registro daquele dia. Ao meu lado, o Robert e o Binho. Grandes amigos daquela época.


15 de dezembro de 2009

FUVEST

A luta continua… estou na segunda fase.

Agora é oficial.

11 de dezembro de 2009

Absurdo

Eu (e todo mundo) já sabíamos que a moça da Uniban era exibicionista e queria seus 15 minutos de fama…

Agora, exigir R$ 1.000.000,00 de indenização? Convenhamos…

6 de dezembro de 2009

Faxina Geral (Parte 2)

Não é curioso como temos uma tendência doentia de guardar tralhas que sequer utilizaremos novamente?

Alguém já ouviu falar de “Magic: The Gathering”? Pois é… eu jogava isso, e muito. Comprei um punhado de cartas… umas cinco mil para ser honesto. E agora o que fazer com toda esta tranqueira?

A bagunça não pára por aí. Além da minha sucata de eletrônicos e das cartas ainda tenho uma tonelada de revistas em quadrinhos antigas. Algumas em bom estado. Pretendo separar as postas e catalogar.

Mas as ruins… tudo para o lixo.

4 de dezembro de 2009

Fatos da vida

Quando somos crianças, não sabemos muito bem porque viemos parar aqui. Choramos quando estamos incomodados, rimos à toa e pensamos… ora bolas! Não pensamos, apenas vivemos.

Entretanto, em algum dia de nossas vidas, questionamos o sentido dela. Por que afinal estamos aqui? O que queremos? Para que faremos? Como faremos?

Muitos crescem, estudam, decidem fazer algo durante toda a vida, escolhem uma (ou mais de uma) pessoa para amar. Tem filhos, trabalha para sustentá-los. Procurar ter coisas boas, conforto, prosperidade. Enfim, a vida de um modo tranquilo. Algo que justifique tudo pelo que passamos.

E se nada disso acontece?

Frustração? Medos? Decepções?

Bom… um tanto confuso não acham? Mas é como estou me sentindo. Confuso. Tive muitos objetivos, muitos sonhos e nenhum se concretizou. Poucas coisas deram certo.

Aí ficamos assim… confusos.

São fatos da vida… apenas isso.

Desculpem mais uma vez.

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