15 de julho de 2010

Um tapinha não dói?

Em relação a legislação que dispõe sobre o tratamento de crianças e adolescentes no Brasil, duas coisas estão acontecendo: o Estatudo da Criança e do Adolescente (ECA) completa 20 anos de existência e o governo enviou ao Congresso um projeto de lei que transforma qualquer ato de agressão a uma criança (da violência descabida até mesmo aquele tapinha no bumbum) em crime.

Claro que um ato de violência contra uma criança é injustificável. Mas o que dizer daquele tapinha na poupança aplicado no momento certo, na dose certa, com o único propósito de corrigir determinada atitude da criança. Com o propósito de que ela comece a aprender a diferenciar o certo do errado.

Sou defensor do diálogo, mas também defendo que um tapinha certo na hora certa, educa… e muito. Como fazer com uma criança que tem quatro ou cinco anos e ainda está desenvolvendo seus valores? Sentar com ela e discutir o valor ético e moral dos seus atos?

Lula mostrou-se mais uma vez despreparado, lançando uma discussão puramente demagógica. Quer se mostrar esclarecido, mas apenas demonstra que nada sabe sobre educação.

Além disso, esta “lei” viola o princípio fundamental da família. Os pais é quem devem decidir como educar seus filhos, não o governo. Não tenho filhos e quando os tiver, não vou espancá-los. Mas se necessário tomarei medidas disciplinares: uma bronca, um sermão, a perda de algumas regalias, castigos que o privem de coisas que gosta, e até mesmo um tapa.

Serão meus filhos… e não do Lula… nem ele nem ninguém tem o direito de decidir como vou educar e disciplinar meus filhos para que eles se tornem pessoas de valor e bons costumes.

O nosso presidente da república é um tolo… e ainda por cima quer colocar um fantoche como sucessora.

Que Deus nos proteja…

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