23 de fevereiro de 2012

Carnaval…

Honestamente? Detesto carnaval… detesto as estrepolias, as festas, as escolas de samba, o ambiente… é um período para eu me trancar em casa e descansar Seja dormir, estudar, ler um bom livro, organizar minhas músicas, qualquer coisa que me afaste deste zum-zum-zum.

tranquilidade

Este ano consegui uma proeza (pelo menos para mim): não vi absolutamente nada na TV. Nenhuma escola de samba, nem mesmo naquela zapeada pelo controle remoto. Notícias do carnaval pelo Brasil? Nenhuma! Li alguns livros que serão necessários para a certificação de gerente, arrumei algumas coisas e livrei-me do barulho da cuíca.

Sim… claro que na quarta-feira de cinzas não teve como não saber que existiu confusão na apuração em SP e que no Rio a “não-sei-o-que” da Tijuca ganhou. Faz parte do noticiário e estas notícias vieram como brinde.

Carnaval ao menos tem um pequeno lado bom. O brasileiro usa o feriadão para esquecer um pouco da realidade.

O Brasil volta a funcionar na próxima segunda-feira. Deverá fazer uma paradinha no feriado da Páscoa. Mas nada que o brasileiro já não esteja acostumado.

E vamos levando…

22 de fevereiro de 2012

Calma

Não sei quem exatamente escreveu isto… lembro que este texto estava na capa de um caderno que utilizei na época do ginásio. Consta ali que o autor é “André Luiz”. Seria o mesmo André Luiz que era um dos guias do Chico Xavier?

Bom, não sei… mas em uma noite de insônia como esta onde estou a ponto de explodir de raiva de algo que eu mesmo não entendo muito bem, o texto vai bem…

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar. Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante. Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto dos amigos. Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você, o concurso espontâneo. Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar.

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedido o serviço por solução.

Não contive minha curiosidade. Procurei pela internet e sim, o texto é do mesmo André Luiz que eu estava pensando. Este texto foi extraído do livro “Ideal Espírita”, psicografado por Francisco Cândido Xavier e editado pela FEB (Federação Espírita).

Estou precisando de calma… serenidade… maturidade…

Estou buscando por isso?

Barco_calma

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