22 de fevereiro de 2012

Calma

Não sei quem exatamente escreveu isto… lembro que este texto estava na capa de um caderno que utilizei na época do ginásio. Consta ali que o autor é “André Luiz”. Seria o mesmo André Luiz que era um dos guias do Chico Xavier?

Bom, não sei… mas em uma noite de insônia como esta onde estou a ponto de explodir de raiva de algo que eu mesmo não entendo muito bem, o texto vai bem…

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar. Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante. Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto dos amigos. Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você, o concurso espontâneo. Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar.

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedido o serviço por solução.

Não contive minha curiosidade. Procurei pela internet e sim, o texto é do mesmo André Luiz que eu estava pensando. Este texto foi extraído do livro “Ideal Espírita”, psicografado por Francisco Cândido Xavier e editado pela FEB (Federação Espírita).

Estou precisando de calma… serenidade… maturidade…

Estou buscando por isso?

Barco_calma

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