29 de janeiro de 2013

Surge o Office 2013…

por Ricardo Marques

A notícia do dia é o lançamento comercial da versão 2013 da suíte de aplicativos para escritórios da Microsoft. Assim como o Windows, o Office – legalizado ou pirata – é virtualmente onipresente nos computadores pessoais. Quem usa Word, Excel e Powerpoint provavelmente tem o Office instalado em seu computador. A notícia sobre o lançamento do Office pode ser lida através deste link.

office2013

Uma análise mais ampla mostra que a Microsoft repensou o paradigma que sustenta o Office. O que antes era um programa a ser vendido no varejo passou a ser oferecido como um serviço, incluindo aí algumas vantagens.

Uma grande mudança em minha opinião é a possibilidade de você adquirir uma assinatura para utilizar o pacote. Por R$ 180,00 anuais ou R$ 18,00 mensais você pode assinar o pacote Office 365 Home Premium que inclui a suíte completa para uso em até 5 dispositivos. A licença do produto para um único computador sai por R$ 239,00 em sua versão mais básica (que inclui apenas o Word, Excel, Power Point e OneNote… eu digo “apenas”, mas o fato é que isto é suficiente para a maioria dos usuários). A versão completa (conhecida como “Office Professional”) sai pela bagatela de R$ 1079,00. O detalhe: o preço é para apenas um único computador.

Além disso, quem optar pela modalidade de assinatura ganha alguns mimos: 20 GB de espaço adicional no SkyDrive (o disco virtual da Microsoft) e 60 minutos de ligações mensais através do Skype.

Além disso, existe um pacote para acadêmicos: o Office University… os mesmos R$ 180,00 por uma licença de uso por 4 anos.

Pela política de preços praticada, fica claro que o foco é a venda do serviço e não do software.

Aliás, a Microsoft já ensaiava isto no ambiente corporativo. O Office 365 não é uma novidade para empresas. A única coisa que fizeram foi formalizar isto para o usuário comum.

Particularmente gostei desta nova visão da Microsoft. Estão se modernizando sem se tornar uma “modinha” como a Apple. Ter um iPhone é uma questão de vaidade, ter o Office sempre a mão, na maioria dos casos, é uma questão de necessidade.

É claro que os descontentes sempre poderão utilizar outras soluções, como o BrOffice que é gratuito ou o Google Docs.

Mas acho que vale a pena investir no Office. Mesmo sabendo que isto contradiz aquilo que disse em meu post anterior. O Office 2010 está de bom tamanho, é verdade… mas bem que deu vontade de usar o 2013…

27 de janeiro de 2013

O Som do Silêncio




Por Carlos Aros


As férias estão chegando ao fim e o ano está prestes a começar. Estas não foram, por assim dizer, férias plenas. Descansei da correria da faculdade, pude encerrar a jornada de trabalho e seguir pra casa sem outras preocupações, interessado apenas no cardápio do jantar, na programação da TV a cabo e em descansar. Não pude, no entanto, deitar e, antes de dormir, deixar de programar o despertador, afinal, trabalharia no dia seguinte.

Em minha humilde opinião, férias só são férias quando você coloca o chinelo, a bermuda, deixa o celular desligado, esquece que o Facebook existe (mas lembra dele na hora de fotografar a caipirinha e o reflexo do sol no mar azul de alguma praia paradisíaca), e esvazia sua cabeça de qualquer preocupação. Pensando apenas em como aproveitar as 24 horas totalmente livres de seu dia.

Eu não tive essas 24 horas livres, mas não reclamo disso. Tenho trabalhado bastante, mas, como dizem, estou naquela fase em que tenho de plantar hoje para colher amanhã. E estou plantando. Ah, como estou! Estou plantando na expectativa de que a colheita seja farta daqui alguns anos. Apesar de não ter desfrutado de 100% de ociosidade durante o dia, tive bons momentos de relaxamento:

Encontros descontraídos com amigos, bons filmes no cinema, episódios das séries favoritas colocados em dia e música, muita música. Tive a oportunidade de exercitar um de meus grandes prazeres, que é ler sobre música/ músicos. Também fui apresentado a novos cantores e cantoras e tive o privilégio de conhecer trabalhos destes músicos que eu desconhecia.

Aos amigos leitores destacarei um só, para não aborrecer a paciência. E, sem titubear, digo: Dizzy Gillespie. Ele dispensa apresentações, especialmente porque muito se falou sobre ele no começo deste ano, quando se completou duas décadas de sua morte. Aqui vou falar sobre “Free Ride”, disco que me foi apresentado por um amigo e que é uma parceria do trompetista com o pianista e compositor argentino Lalo Schifrin.
São oito faixas, cuidadosamente arranjadas por Schifrin, que trazem o melhor do jazz, com um groove incrível e que misturam o compasso mágico do jazz, com a sensualidade da funk music e um toque latino para completar. Vale destacar a participação do percussionista brasileiro Paulinho da Costa, músico conhecido e reconhecido internacionalmente.



Decidi falar sobre “Free Ride” neste post porque dia desses me deparei com uma cena curiosa no metrô: Embarquei na estação Paraíso do Metrô, na Linha 1 – Azul, sentido Tucuruvi, devidamente munido de meu fone de ouvido ao som de “Unicorn”, primeira faixa do disco. Assim que entrei no vagão, me sentei e observei as outras pessoas. Poucas, mas todos com os fones de ouvido devidamente colocados e alheios aos acontecimentos, focados apenas no som de sua música.

A imagem me chamou atenção, já que todos ali estávamos recolhidos em nosso próprio mundo, indiferentes aos acontecimentos externos, ignorando os avisos (se é que houve algum aviso) do condutor do trem. Há quem diga que Ipod, Mp3, celulares e todas essas parafernálias nos tornaram um pouco autistas, recolhidos em nosso universo particular.

Em certa medida eu concordo com isso. Escolher uma música, colocar os fones de ouvido, apertar o play e mergulhar completamente no ritmo, na batida, sem, às vezes, se preocupar em prestar atenção na letra é uma forma de se desligar completamente do mundo e esquecer os problemas cotidianos. É como se o som da música nos oferecesse o silêncio necessário para pensar.

Já fiz a playlist com as músicas que me ajudarão a pensar assim que a rotina pesada de trabalho e faculdade recomeçar. E você, já escolheu os sons que propiciarão o seu silêncio?

13 de janeiro de 2013

Windows 8 assume o posto de titular

por Ricardo Marques

Finalmente depois de muito testar e ler sobre o novo sistema operacional da Microsoft. Eu já estava utilizando o sistema através do laptop. E após algum tempo, creio que o sistema é suficientemente confiável para ser instalado no meu computador principal.

O processo em si é bem mais fácil comparado com as instalações malucas do Windows 95, 98 e Me. Acredito que a etapa mais “complicada” foi a de criar o disco de instalação. Mesmo assim, a dificuldade foi por conta de que eu tive que sair para comprar um DVD virgem.

Optei por fazer uma instalação limpa, apesar de existir a opção de atualização, mantendo programas e arquivos. Na próxima semana gastarei um bom tempo com downloads, mas pelo menos a máquina recomeça do zero e não terei problemas ou lentidões.

O backup também foi pesado: quase 1 TB de dados, entre documentos, fotos, vídeos e músicas. Fiquei quase 3 semanas apenas analisando dados para guardá-los em um HD removível. Devolver os arquivos para o computador será uma tarefa de meses.

Devo elogiar a Microsoft que criou um sistema operacional de fácil instalação e bastante intuitivo. Um usuário doméstico não terá nenhuma dificuldade em instalar o novo sistema operacional.

Informações importantes:

  • Até o final de janeiro, usuários que tenham instalado o Windows 7 ou o Vista (originais) poderão fazer o upgrade por apenas R$ 69,00. Lembro que o sistema nas lojas não sai por menos de R$ 230,00.
  • O Windows 8 ficou mais leve, mas ele deixou de possuir algumas comodidades do Windows 7. Um exemplo é o Windows Media Center. Támbém não é possível rodar filmes sem antes instalar um programa de terceiros.
  • É possível utiilizar sua conta microsoft (Hotmail) como usuário do Windows. Optei por este tipo de instalação para facilitar importação de contatos.
  • No meu caso, o Windows 8 não reconheceu o driver do adaptador Wireless. Eu já havia previsto isto e feito um download preventivo do driver. Em caso de dúvidas, faça o mesmo, caso opte pela instalação limpa.
  • Teoricamente é possível fazer o upgrade em qualquer computador que rode o Windows 7. Na prática, computadores com tela pequena (sim… o netbooks) não rodarão as novidades da interface Metro em resoluções inferiores a 1366x768.
  • Eu já disse isto em outros posts e reafirmo agora: o Windows 8 não é um upgrade essencial em seu computador caso você seja usuário do Windows 7. Fica mais legal, sim. Mas não é fundamental. Usuários do Vista devem aproveitar esta oportunidade para se livrar do monstrengo (o Vista) e migrar para um sistema bem mais leve e robusto.

Agora vamos aguardar o versão final do Office 2013 e ver o que teremos para o futuro. No trabalho e em casa, creio que minha versão atual (Office 2010) está de bom tamanho.

Sem título

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