25 de setembro de 2018

Os Faichecleres - "A Calçada da Fama" (Disco da Semana #38)

Buenas!

Hoje é dia de discoteca básica, um verdadeiro clássico desconhecido, daqueles discos pra ouvir e cantar junto do começo ao fim. Uma pérola do cancioneiro nacional.

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Segundo disco dos curitibanos, lançado no já longínquo 2007, nos dá uma aula de rocknroll, aquele mesmo: o clássico, de guitarra, baixo e bateria, seguindo a tradição das bandas dos anos 60. Gravado em um grande estúdio e com um sistema diferenciado de distribuição (vinha encartado em uma revista de distribuição nacional), faz com que o alcance da banda fosse infinitamente maior, levando-os a tocar em praticamente todo o país. Mesmo com um sistema de distribuição tão criativo e eficaz, de nada adiantaria pra banda se este (à época) novo disco não tivesse a qualidade que se esperava da banda, E aí amigos, é onde a Faichecleres se dá melhor.

Nesse álbum, o trio (Giovani Caruso: baixo e voz, Marco Gonzatto: guitarra e voz e o grande baterista, o quase polvo Tuba Caruso) nos transporta pra "swinging London" da segunda metade da década de 60, influenciados pelas maiores bandas do período, sem soar como cópia pra fazer um disco irrepreensível.

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Sua sonoridade, como não poderia deixar de ser, tem um ar pra lá de "vintage" e servem como moldura pras letras pra lá de sinceras da banda. Nelas, os caras tem a cara de pau de falar hoje em dia o que o "bom-mocismo" dos anos 60 não teria colhões pra dizer (mas que com certeza pensavam), sobre sexo, fetiches, bebedeiras, farras e por que não amores e desamores.

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Esse foi o último registro com a formação original dos caras que mudou ao longo do tempo até a banda entrar em hiato por tempo indeterminado. Em 2016, fizeram um show de reunião com a formação original no badalado Bar Opinião de Porto Alegre/RS com casa cheia e centenas de fãs alucinados pedindo a volta definitiva da banda.

Um verdadeiro disco de Rock, com "R" maiúsculo, pra ouvir alto, pra cantar junto, pra pular, pra farrear e fazer bonito em qualquer festa que se preze. Ou seja, um discaço. Discoteca básica.

Pra ouvir, clique aqui.

Logo menos tem mais

24 de setembro de 2018

As minhas ilusões

“Não abandone as suas ilusões. Sem elas, pode continuar a existir, mas deixará de viver.” (Mark Twain)

Nem sempre os dias são bons… nem sempre temos boas coisas para contar. Não é minha intenção contar coisas ruins com este texto. Mas considerando os dias complicados que estou tendo por aqui, acho que preciso desabafar as caraminholas em algum lugar…

Sendo assim…

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Os últimos dias não foram fáceis… continuo afastado do meu trabalho na escola, mas também não estou produzindo nenhum conteúdo por aqui… nem textos, nem vídeos, nem podcasts.

Estas coisas deveriam funcionar como uma terapia adicional para mim. Na verdade, por conta de todo este meu esforço criando textos informativos e/ou de opinião, vídeos, análises, reviews de produtos, além de visitas a eventos, eu passei a acreditar na ideia de que eu poderia me tornar um jornalista. Ou algo próximo a isso.

Esta ideia surgiu no lugar de outra… a de ser médico. No caso da medicina, estive um pouco mais perto. Afinal de contas, eu cheguei a cursar a faculdade. Entretanto, não fiz as coisas certas, deixei de levar a sério o que realmente era importante e como resultado, bom… não cheguei a me tornar médico.

Por um bom tempo eu alimentei o sonho de me tornar médico. Acreditei que poderia com o tempo reunir as condições necessárias para retornar e terminar minha história por lá.

Mas o tempo passou, a idade chegou e muitas mudanças de planos depois eu passei a ver tudo isto como uma ilusão. Percebi que aos 44 anos, casado, pai de uma garotinha e sem grandes reservas financeiras, não poderia levar o plano adiante. Seriam 6 anos de faculdade, sem contar o período para ingressar novamente. Seria exigir demais da minha família.

Neste meio tempo eu escrevi… comecei a escrever para de alguma forma expor minhas ideias e minhas opiniões. Muitas vezes eu misturava as opiniões com as reflexões e assim surgiram meus textos reflexivos e intimistas.

Mas entre uma reflexão e outra, havia espaço para opinar, pesquisar, informar. O fato é que o meu blog cresceu e se transformou naquilo que hoje é o UBQ. Para minha sorte, além dos meus textos, estão ali as ideias de outras pessoas. Suas opiniões e pitacos. E então, graças a pessoas como Michel Vieira, Júnior Ferreira, Carlos Aros, Miguel Forlin, Emerson Deienno e outros que já emprestaram um pouco de seu talento para o UBQ, eu criei uma espécie de portal de conteúdos. Certamente, o UBQ já não é mais tão somente um blog.

Contagiado por isso, e também pelo meu desejo de produzir conteúdo, resolvi lançar um canal no YouTube. Como toda resolução tomada sob empolgação, comecei a investir em equipamentos para gravação e assim já são mais de 130 vídeos. Consegui algum público em quase dois anos de produção e cheguei a quase 360 inscritos. Muito longe de grandes produtores, mas muito significativo para mim.

Pouco depois, veio o mundo dos podcasts… primeiro com o Podástico, depois com o Um Papo Qualquer. Acho que fiquei bom nisso. Os podcasts não são um sucesso de público, mas tem uma boa audiência. E o legal é que fazer podcasts me trouxe a oportunidade de conhecer pessoas bem legais.

Aliás, de todas as coisas que aconteceram nos últimos tempos, isto foi legal… conhecer pessoas.

Aí, vieram as entrevistas, os documentários, os jornalistas, o jornalismo.

E eu comecei a pensar seriamente nesta possibilidade. A possibilidade de ser jornalista. Mas não seria um caminho fácil. Uma nova faculdade seria pouco provável. Para adentrar neste mundo, eu deveria me aprofundar em pesquisa, em conteúdo, em criar novas coisas para este mundo chamado UBQ.

Mas as coisas não estão acontecendo. O UBQ a bem da verdade é apenas um site com bons textos. O meu canal de vídeos é apenas mais um canal de vlog com vídeos onde eu falo sobre minha vida, sobre minhas ideias e sobre minhas opiniões. Eu até consigo alguma visibilidade, mas tenho que ser realista… provavelmente não chegarei a ser maior que isso. E o podcast? Bom… continua ser divertido fazê-lo.

A verdade é que o que tem me faltado é falta de percepção do cenário em que minha vida está. Acho que estou percebendo algo que eu já deveria ter percebido a algum tempo… e acho que está na hora de deixar de lado toda esta confusão mental em que vivo. Deixar de lado todas estas ideias confusas que estão me impedindo de distinguir a aparência da realidade.

A verdade é que todas estas ideias… a medicina, o jornalismo, a ideia de ser um produtor de conteúdo… não passam de ilusões.

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E eu estou cansado de viver baseado em ilusões… a ilusão de que eu seria médico. A ilusão de que eu poderia ser jornalista. A ilusão de que eu sou um produtor de conteúdo.

Estou cansado…

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E por que estou escrevendo isso? Bom… por alguns dias eu pensei sinceramente em encerrar tudo… o blog, o canal de vídeos, o podcast. Deixar as ilusões de lado… cuidar da existência que tenho.

Mas tenho que concordar com Mark Twain… posso continuar a existir sem as minhas ilusões. Mas provavelmente não seria uma existência plena. Não seria uma vida.

Então, apesar de saber que muito provavelmente o UBQ e suas variações sejam apenas um capricho bem intencionado. Não vou mais me enganar quanto a isso. É um passatempo, um hobby, algo para me divertir e entreter.

Sendo assim, continuarei a fazer meus textos e a publicar aqueles que são gentilmente enviados para mim. Também continuarei com meus vídeos e a fazer meus podcasts.

Mas não viverei mais na ilusão de que sou um jornalista ou de que estou a caminho para me tornar um…

E também não viverei a ilusão de que eu posso me tornar médico.

Sou apenas isso… um cara bem intencionado que gosta de escrever, de gravar uns vídeos e também alguns podcasts. Vou manter as ilusões apenas para continuar a vida… A existência não precisa das ilusões… mas a vida precisa.

E isso tudo me fez pensar em outra frase de Mark Twain… “Os dois dias mais importantes da sua vida são: O dia em que você nasceu, e o dia em que você descobre o porquê”. O dia em que eu nasci é fácil.. 03 de setembro de 1974… o porquê estou aqui?

Bom… esta resposta ainda terá que esperar um pouco mais.


10 de setembro de 2018

Garage Fuzz - "Fast Relief" (Disco da Semana #37)

Buenas!

Como não poderia deixar de ser, antes de qualquer coisa, queria congratular o nosso querido editor, o Sr. Ricardo Marques, por seu aniversário. Que esse novo ciclo seja de paz, amor e toda a luz do mundo. Parabéns!!! (NOTA DO EDITOR ANIVERSARIANTE: Obrigado!)

Congratulações feitas, vamos de música que é o que a gente gosta por aqui, e hoje, vamos de uma das mais clássicas bandas do hardcore nacional, os santistas do Garage Fuzz.

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Bolachinha lançada em 2015 pelos santistas, mostra como deve soar um baita disco de hardcore, mas não aquele "HC" xiita, de batera bate estaca, guitarra cavalgada e voz gritada, aqui não!!!

Um disco plural, com todos os clichês do estilo (como não poderia deixar de ser, é claro), mas com inúmeras influências que engrandeceram o trabalho dos caras de uma maneira absurda. Tem espaço pra tudo por aqui: guitarras distorcidas e extremamente bem tocadas (que vão do indie ao hardcore, passando pelo metal e soando absurdamente bem em todas as nuances), cozinha pesada e criativa (o baixo é pesado e sinuoso, não aquele acompanhamento reto), e um vocal  que dá a cara de hardcore a qual o disco representa grandiosamente.

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Esse trabalho tem como tom uma temática bem pessoal e introspectiva, com temas que variam entre desilusão e os dramas da vida adulta. Há espaço também para a esperança e pela necessidade de seguir em frente, mesmo com todas as dificuldades que o mundo de hoje nos impõe, onde o "ter" é muito mais importante que o "ser".

Gravado nos estúdios da banda e lançado de maneira totalmente independente (depois de um hiato de 10 anos sem lançar um disco de inéditas), possibilita aos caras toda a liberdade de experimentar, o que pode ser visto como algo que diverge da ideia central do hardcore, de crueza se sobrepondo à técnica. Com a liberdade e o tempo de estúdio necessário fizeram um dos grandes discos de 2015, sem se prender às suas raízes mas abraçando o novo sem deixar de lado aquilo que melhor os representa, mostram um Garage Fuzz mais maduro e aberto à novas experiências sônicas.

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O público se renova, mas o Garage Fuzz segue firme e forte sendo uma das principais vozes do hardcore nacional, com esse registro, lançam um disco pra marcar o espaço e para garantir aos santistas, no mínimo mais 25 anos de destaque na cena independente nacional.

Pra ouvir no último volume, clique aqui!!!

Logo menos tem mais.

6 de setembro de 2018

O que você quer ser quando crescer? (Um Papo Qualquer #28)

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[Sobre o episódio]

O vestibular é o processo relacionado ao ingresso no ensino superior. A origem da palavra vem da expressão “vestíbulo” que nada mais é do que o espaço entre a porta de entrada e as dependências de uma casa. Então... metaforicamente, o vestibular é a sua entrada para a grande casa que é a universidade.

Eu sou da geração que prestava a tríade FUVEST, UNICAMP e UNESP... isso aqui em São Paulo... Mas em outros estados, não mudava muito... o aluno normalmente prestava os vestibulares das universidades federais e estaduais em seu estado. E naquela época, o mérito acadêmico era o principal fator que contava na aprovação do aluno.

Bons tempos…

Hoje, em tempos de ENEM e processos seletivos, o vestibular tradicional começa a dar lugar a novos meios de acesso à universidade.

Mas a importante lição que precisa ser tirada deste momento de vida é que entrar em uma universidade é um importante rito de passagem. O mundo se amplia de forma exponencial. Uma nova vida... novas pessoas... novas experiências.

E de certa forma, o vestibular não serve só para testar seus conhecimentos... serve para demonstrar que o caminho da carreira profissional que você escolher – seja ela qual for – demandará preparação e estudo.

E certamente, colocar o vestibular como porta de entrada, pode não ser o meio mais justo para avaliar um aluno... mas com certeza é uma ótima metáfora para ilustrar esse momento de mudanças intensas...

Neste episódio eu conto um pouco sobre o meu vestibular e sobre minhas ideias sobre o processo em geral.

Um episódio mais curtinho, mas na medida certa para retomarmos nossa rotina e periodicidade. Ouça, opine, compartilhe e divirta-se!

[Ficha Técnica]

[Nome do episódio] nome
[Publicação Original] 06/09/2018 - [Duração] [33'53"]
[Formato] MPEG-1/2 Audio Layer 3 (mp3@128kbps)
[Músicas] - introdução: "Funky Suspense" by Bensound; abertura: "Ocean" by Ehrling; trilha do episódio: “ by Ehrling e The Fat Rat; encerramento: "Chatting" by Free Stock Music

3 de setembro de 2018

Cheguei aos 44 anos…

Alguns dizem que a vida começa aos 40… outros dizem que você nunca é velho demais para realizar seus sonhos. Existem também aqueles que desencantaram pelo mundo e acham que chegaram ao ponto em que começa a descida da ladeira…

Pessoalmente, parei de me preocupar com isso já tem um tempo.

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Alguns acham piegas escrever sobre o próprio aniversário. Sim… hoje, 03 de setembro, é meu aniversário. E completo neste ano, 44 anos de idade. Nem tão velho, mas já não tão jovem.

Apesar de hoje eu estar um pouco saudosista a ponto de falar de meu aniversário, não é a primeira vez que escrevo sobre isso por aqui. Nem foram tantas vezes assim. Uma vez, escrevi sobre meus quarenta anos de idade. Depois, só fui escrever novamente aos 42 anos. Pelo visto, estou criando o hábito de escrever sobre meu aniversário a cada dois anos…

O que eu gostaria de fazer hoje? Pois então… não sei.

E eu explico: tenho três caminhos possíveis. O primeiro deles seria olhar para trás e fazer uma profunda reflexão sobre meus erros e acertos até este ponto da minha vida. Seria mais uma vez um grande blá blá blá sobre a perda da faculdade de medicina, o aprendizado na base da tentativa erro e assim por diante.

Eu acho que já fiz isso algumas vezes por aqui… e estou cansado disto.

O segundo caminho poderia ser o oposto do primeiro… olhar para a frente. Usar a experiência acumulada para conceber novas ideias e novos projetos. Um olhar para o futuro… o Ricardo do passado escrevendo para o Ricardo do futuro. Pensar em meus objetivos e metas, traçar estratégias e torcer para conseguir fazer tudo que planejei.

E eu acho que também já fiz isso algumas vezes por aqui… e isto também me cansou.

Em teoria, eu ainda teria uma terceira via… não fazer nada. Optar pelo status-quo e esperar os 45, 46, 47 e assim sucessivamente. Admito que é uma opção tentadora. Deixar de me culpar pelas cagadas do passado e deixar de me cobrar pelos acertos futuros. Parece que isso não me traria problemas.

Mas abster-me de alguma atitude nunca fez parte da minha personalidade. E o status-quo nunca é bom o suficiente para nós. Sempre fica a impressão de que está faltando algo?

Mas afinal, está faltando algo mesmo?

Não tenho absoluta certeza da minha resposta… tenho uma família: minha esposa e filha, meus pais, meus gatos e meu cachorro. Feliz ou não com o que faço, tenho um emprego. Também tenho um teto para morar. Não é exatamente como planejei, mas acomoda bem nossa família.

Também tenho a oportunidade de fazer algumas coisas que gosto. Posso ter minha coleção de Magic: The Gathering, posso fazer meus vídeos no YouTube, meu podcast “Um Papo Qualquer”. Posso expressar minha opinião em meus textos no blog (e também nas outras mídias).

As vezes fico pensando que sou um ingrato por aquilo que tenho de bom. As vezes fico pensando que sou um eterno descontente por não ter as coisas da forma que eu pensei.

Mas a verdade é que nestes 44 anos de vida, eu vivi… errei, acertei, aprendi, desaprendi, falhei, venci. Consegui algumas coisas que desejei, perdi outras que tinha, nunca consegui algumas que sonhei.

Mas acho que neste ponto que cheguei, penso que a vida é assim. Altos e baixos. Ontem pode ter sido bom ou ruim… Amanhã poderá ser melhor ou pior.

Antigamente eu tinha um hábito bem estranho (mesmo…). Um período antes do meu aniversário (uns três meses antes) eu não respondia sobre minha idade atual ao ser questionado sobre ela. Eu sempre respondia algo como “farei tantos anos em setembro”. Sempre esperei que o meu aniversário funcionaria como um ponto de virada. Uma quebra de paradigma… Uma mudança qualquer…

Mas a bem da verdade, acho que isso nunca ocorreu. Nem mesmo quando fiz 18 anos e achava que o mundo estaria mudando a partir daquele ponto.

E este ano eu não pensei nisso. Sinceramente eu praticamente me esqueci do meu aniversário. Deixei os dias passarem, sem me preocupar muito com o 3 de setembro…

E hoje o dia chegou… na verdade, comemorei com a família ontem. Fui à casa da minha mãe e meus pais me ofereceram um jantar. Minha esposa fez um bolo de chocolate com coco (meu preferido), minha filha me deu um papel rabiscado como presente de aniversário. Até meus sobrinhos apareceram para me dar parabéns. Contei histórias… ouvi outras… Dei risada, fiz as pessoas rirem. Minha mãe estava bem e feliz. Minha esposa estava bem e feliz. Mariana brincou e aprontou e sorria… feliz. Até meu pai, sempre meio carrancudo, contou histórias de seus aniversários e se divertiu também.

E quer saber? Foi legal…

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E pensar que no mesmo dia eu também subi no telhado para consertar uma caixa d’água e arrumei um chuveiro quebrado.

Acho que chegar aos 44 anos me trouxe isto: aprendi que devo apenas viver e aceitar o que vier… de bom e de ruim…  as vezes rir, chorar, lamentar por algo que não saiu como esperado, comemorar por algo que funcionou. Enfim… viver.

E ainda que eu não tenha me recuperado totalmente de minha depressão (e tenho a sensação que ainda estou longe desta recuperação plena), ontem eu tive um dia bom. Um dia legal.

Estou satisfeito por chegar aos 44 anos com tudo que ganhei e com tudo o que perdi. Precisava ser deste jeito…

Obrigado para você que chegou até aqui. Até nosso próximo encontro!

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